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terça-feira, 10 de abril de 2012

Arthurzinho

Arthurzinho (Barretos,SP,21 de Março de 1949).
Em dezembro de 1966, foi lançado pela gravadora Continental, o primeiro compacto do cantor e compositor Arthurzinho. Na época, ele tinha apenas 17 anos de idade, quando gravou este primeiro single contendo as músicas "Na Crista Da Onda" no lado A e "Mil Garotas" no lado B. As duas canções alcançaram relativo sucesso junto às rádios, firmando assim, o nome deste novo cantor entre o público jovem.

Em seguida a Continental lançou a coletânea "As 12 Brasas", uma seleção de canções de artistas jovens da casa, incluindo no disco outra canção gravada por Arthurzinho, "Estou Só", composição de Mário Faissal.

Em 1967, o jovem cantor emplacou grandes sucessos como "Não Toque Este Long-Play", "Prova De Amor" e "Carroussel", porém, somente no ano seguinte, 1968, é que Arthurzinho conseguiu a consagração total, ao gravar o mega-hit-jovem guardista, "Roda Gigante"a música mais tocada no ano,lançada em compacto, cujo lado B, trazia a belíssima "O Que É Bom Dura Pouco".
Arthurzinho entrou para a lista dos cantores que mais se destacaram no movimento,marcando época e deixando história.

A partir daí, sua carreira ganhou notoriedade e Arthurzinho se tornou um dos principais ídolos da Jovem Guarda. Outros sucessos vieram, como "Tempos De criança", "Carroussel" etc.
No dia 24 de novembro de 2007 Arturzinho apresentou-se na comemoração dos 50 anos da APCD Regional Jaú, na cidade paulista.


Arturzinho - O Caderninho

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O Caderninho
Arturzinho

Eu queria ser o seu caderninho
Pra poder ficar juntinho de você
Inclusive na escola eu iria com você entrar
E na volta juntinho ao seu corpo eu iria ficar.
Em casa então, você me abriria
Para me estudar, e se assustaria
Ao ver revelado em seu caderninho,meu rosto te olhando,dizendo baixinho
Benzinho eu não posso viver longe você
Eu queria ser o seu caderninho
Pra poder ficar juntinho de você
Inclusive na escola eu iria com você entrar
E na volta juntinho ao seu corpo eu iria ficar
E em casa então, você me abriria
Para me estudar, e se assustaria
Ao ver revelado,em seu caderninho,meu rosto
Te olhando,dizendo baixinho,
Benzinho eu não posso viver longe você.



Tempos de criança - Arturzinho

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Tempos de Criança
Arturzinho

Quando eu era criança,sonhava em crescer,se maior
Hoje,sou grande,arrependo,
Ser criança é muito melhor.
Brincava na areia e corria,e nas rodas cantava demais,
Mas o tempo foi passando,tornei-me de pressa um rapaz...
Se eu pudesse,parava o tempo,não deixava o tempo correr,
Pois o tempo da medo na gente,faz a gente envelhecer
Tenho nas mãos a guitarra,e canto pra me disfarçar
Pois o mundo está diferente,muita gente querendo brigar
Por isso eu queria de novo,ser criança pra não entender,
O Que os 'grandes' tão fazendo,seria melhor eu não ver...
Se eu pudesse,parava o tempo,não deixava o tempo correr,
Pois o tempo da medo na gente,faz a gente envelhecer
O tempo levou minha infância,deixou grande recordação
Até a menina de trança,ficou sendo também uma ilusão.
Agora só resta saudade,de tudo que ja passou
Adeus felicidade,dos dias que o tempo levou...
Se eu pudesse,parava o tempo,não deixava o tempo correr,
Pois o tempo da medo na gente,faz a gente envelhecer



Arthurzinho - " A Roda Gigante " (Programa do Ratinho)

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Roda Gigante
Arturzinho

Ao ver a Roda Gigante,
Girando sem cessar
Recordei momentos felizes,que passei na roda a girar,na roda a girar...
O povo se divertia,as crianças a cantar,
E a roda gigante girava,girava sem cessar,sem cessar..
Eu também entrei na roda,pensando em me divertir
Encontrei com a garota que também foi distrair
Rodamos juntinhos na roda,no mundo de esplendor
Parecia um sonho encantado,um sonho do nosso amor,do nosso amor
Mas tudo passou num instante,minha alegria tão pouco durou,
Ao descer da roda gigante,um adeus ela então murmurou,então murmurou...
Eu fiquei triste pensando,sem poder me conformar
Com meu coração penando,quase,quase a chorar
Eu nunca faltei aos domingos,ao parque de diversão,
Na esperança de encontrar com ela,a garota do meu coração,do meu coração...
Um dia ao entrar na roda,pra fugir da solidão
Foi maior a minha tristeza,foi cruel a desilusão,a desilusão
Com um rapaz eu vi meu bem,e no maior contentamento
Enquanto eles se amavam,aumentava o meu tormento
Compreendi que não é sempre,que o primeiro amor nos trás
A felicidade santa,ao coração de um rapaz

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