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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Vanusa


Nome completo: Vanusa Santos Flores
Nascimento: 22 de setembro de 1947 (64 anos)
Origem: Cruzeiro, São Paulo
Gêneros: MPB, pop, Iê iê iê
Instrumentos: vocal
Período em atividade: 1966 - presente
Afiliações: Jovem Guarda

Vanusa Santos Flores, conhecida simplesmente como Vanusa, é uma cantora brasileira. Musa do "iê-iê-iê". Nascida e criada no interior de São Paulo, desde cedo despertou para a vida musical.

Participou do programa "O Bom" apresentado por Eduardo Araújo na TV Excelsior, na mesma emissora integrou o elenco do programa Os Adoráveis Trapalhões, também participou das últimas edições do programa Jovem Guarda da TV Record.

Vanusa fez sucesso com milhares de músicas e especialmente na década de 1970 com a canção "Manhãs de Setembro", um música que teve grande repercussão e falava de romantismo.

Ao longo de sua carreira, gravou 23 discos e vendeu mais de um milhão de cópias. Representou o país em vários festivais internacionais e recebeu cerca de 200 prêmios. Por dois anos seguidos foi eleita a Rainha da Televisão. Entre os programas de televisão que participou estão o Qual é a Música? e o Aquarela Brasileira.

É mãe de três filhos: Rafael Santos Vanucci, filho de seu segundo marido, Augusto César Vanucci. Seu filho inclusive chegou a ser vencedor da segunda edição da Casa dos Artistas. Também é mãe de Amanda e Aretha, filhas do seu primeiro marido, o cantor Antônio Marcos. Aretha foi apresentadora do ZYB Bom ao lado de Rafael, seu meio-irmão.



Vanusa - Pra Nunca Mais Chorar - 1967

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Pra Nunca Mais Chorar
Vanusa

Vem,
vem pra bem perto dos meus olhos
Vivo tristonha a te esperar
Viver pra sempre junto a ti
Oh! Pra nunca mais chorar
Vem,
traz teus abraços pros meus braços
As tuas mãos quero beijar
Viver pra sempre junto a ti
Oh! Pra nunca mais chorar
Vem,
traz tua boca pros meus beijos
Somente a ti eu quero amar
Viver pra sempre junto a ti
Oh! Pra nunca mais chorar
Oh! Pra nunca mais chorar
Oh! Pra nunca mais chorar.



Vanusa - Manhãs De Setembro

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Manhãs de Setembro
Vanusa

Fui eu quem se fechou no muro
E se guardou lá fora
Fui eu quem num esforço
Se guardou na indiferença
Fui eu que numa tarde
Se fez tarde de tristezas
Fui eu que consegui
Ficar e ir embora...
E fui esquecida
Fui eu!
Fui eu que em noite fria
Se sentia bem
E na solidão
Sem ter ninguém
Fui eu!
Fui eu que em primavera
Só não viu as flores
E o sol
Nas Manhãs de Setembro...
Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar
O vizinho a cantar
Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar
O vizinho a cantar
Nas Manhãs de Setembro
Nas Manhãs de Setembro
Nas Manhãs de Setembro
Nas Manhãs...(final 2x)



Vanusa - Paralelas (1975)

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Paralelas
Vanusa

Dentro do carro
Sobre o trevo
A cem por hora
Oh! Meu amor!
Só tens agora
Os carinhos do motor...
E no escritório
Onde eu trabalho
E fico rico
Quanto mais eu multiplico
Diminui o meu amor...
Em cada luz de mercúrio
Vejo a luz do teu olhar
Passas praças, viadutos
Nem te lembras de voltar
De voltar, de voltar...
No Corcovado
Quem abre os braços sou eu
Copacabana esta semana
O mar sou eu
E as borboletas do que fui
Pousam demais
Por entre as flores
Do asfalto em que tu vais...
E as Paralelas
Dos pneus n'água das ruas
São duas, estradas nuas
Em que foges do que é teu
No apartamento
Oitavo andar
Abro a vidraça e grito
Quando o carro passa
Teu infinito
Sou Eu! Sou Eu! Sou Eu!...
No Corcovado
Quem abre os braços sou eu
Copacabana esta semana
O mar sou eu
E as borboletas do que fui
Pousam demais
Por entre as flores
Do asfalto em que tu vais...
Larauê! Lauê! Lauê! Laiá!
Larauê! Lauê! Lauê! Laiá!...



Vanusa - Mundo Colorido (1969)

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Mundo Colorido
Vanusa

O meu mundo é colorido
Porque eu assim o quis
Fiz de cada tristeza
Um motivo pra ser feliz
Sou tão negra quanto os negros
Que são brancos como a mim
Uma flor em vez de arma
Pra lutar até o fim
O meu mundo é colorido
Como o verde da esperança
Pelo sorriso da criança
Que por si já é colorido
Sou guerreira tanto quanto
Quero explicar porquê
Sou capaz de odiar
Da mesma forma que amar
O meu mundo é colorido
Porque preciso viver
Para quê? Nada fizemos
Para quê? Nada sofremos
Somos jovens e é preciso
Não morrer na guerra assim
Eles não tem culpa
De ser negra a cor até o fim
O meu mundo é colorido!
O meu mundo é colorido!
O meu mundo é colorido!
O meu mundo é colorido!

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